Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Este blogue serve no fundo para transmitir os pensamentos que ache pertinentes partilhar com os meus amigos e familia. Desde já agradeço a vossa paciencia para os ler The existence of this blog is mainly to be able to share my thoughts with friends and family. Thanks for your patience in reading them
7 comentários:
A quem o dizes!!!!!!!!!!!!
se algo se sente,logo algo existe caso contrário não se sentia. se a ausencia incomoda venha lá a presença para colmatar o tal vazio.digo eu
desculpa zé (não sei quem voces são)e tb não sei como fiz isto (gafe). ok
Hehehehehe!!!!!!!
Já não compreendo nada, Zé, digo eu, anónimo.....tá bem....pronto
eu disse é prudente sair de cena...
estou a ficar "gágá"...
Vou postar um poema de Manuel Alegre in "O Livro do Português Errante" de alguma maneira também reflecte o que sinto sobre a ausência e a presença, desculpa ser um pouco longo mas não tive coragem de o amputar, é muito belo e sentido, eu senti-o de uma maneira muito especial.
Espero que gostes
beijo
ze nunes
"Não sei de amor senão
Não sei de amor senão o amor perdido
o amor que só se tem de nunca o ter
procuro em cada corpo o nunca tido
e é esse que não pára de doer.
Não sei de amor senão o amor ferido
de tanto te encontrar e te perder.
Não sei de amor senão o não ter tido
teu corpo que não cesso de perder
nem de outro modo sei se tem sentido
este amor que só vive de não ter
o teu corpo que é meu porque perdido
não sei de amor senão esse doer.
Não sei de amor senão esse perder
teu corpo tão sem ti e nunca tido
para sempre só meu de nunca o ter
teu corpo que me dói no corpo ferido
onde não deixou nunca de doer
não sei de amor senão o amor perdido.
Não sei de amor senão o sem sentido
deste amor que não morre por morrer
o teu corpo tão nu nunca despido
o teu corpo tão vivo de o perder
neste amor que só é de não ter sido
não sei de amor senão esse não ter.
não sei de amor senão o não haver
amor que dure mais que o nunca tido.
Há um corpo que não pára de doer
só esse é que não morre de tão perdido
sé esse é sempre meu de nunca o ser
não sei de amor senão o amor ferido.
Não sei de amor senão o tempo ido
em que amor era amor de puro arder
tudo passa mas não o não ter tido
o teu corpo de ser e de não ser
só esse é meu por nunca ter ardido
nãi sei de amor senão esse perder.
Cintilante na noite um corpo ferido
só nele de o não ter tido eu hei-de arder
não sei de amor senão amor perdido."
Muito Bonito...gostei
Enviar um comentário